quinta-feira, 25 de outubro de 2012

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Contos de Fadas



ilustração de Maja Lindberg

" Há um sentido mais profundo nos contos de fadas que me contavam na infância do que verdade em tudo o que é ensinado pela vida". Friedrich Schiller (1759-1805)



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Cuaderno de viaje

A pesar de todo...




¡Buenos días, navegantes!

¡No pienso rendirme!

A pesar de que todos los días cuando oigo las noticias

piense que tanta injusticia y tanta mentira me desborda

y que desde aquí, desde mi misma, me siento como una hormiguita,

incapaz de saber cuál es la solución.

A pesar de que pienso que por qué no nací más inteligente

para saber qué hacer, para encontrar respuesta,

para poder rebatir opiniones que me parecen de locos.

Ay, cuánto me gustaría saber hablar bien

para poder expresar todo lo que mi corazón siente.

Pues a pesar de todo esto:

¡¡¡Vuelvo a reivindicar la belleza, las montañas, los árboles,

el viento, los pájaros, a un niñ@ con ataque de risa, los besos,

una flor, los abrazos, las siestas en familia, el aperitivo, el cielo azul...!!!

Y tantas y tantas pequeñas cosas que me hacen sentir viva

y sentir que esta "Estafa" en la que vivimos ahora, no me va a asustar,

porque estamos rodeados de cosas increíbles

y nadie me va a convencer de lo contrario.

Y si me asusto, respiro, miro atenta a mi alrededor y sonrío.

Me agarro a mi vida y eso me da fuerzas :^)

¡Ánimo querid@s míos!

Pasemos un buen fin de semana.


pouco mais há a dizer...passemos por tudo isto , sorrindo sempre.... sem desistir
obrigada Momo

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

sábado, 7 de janeiro de 2012

domingo, 1 de janeiro de 2012

Little things I love


Depois de uma grande ausência apeteceu-me voltar...voltar com pequenas coisas que me fazem sonhar... sonhar num tempo e num país em que tudo parece ser tão impossível ...ajuda-me a manter a esperança e a força para continuar e entrar em 2012 com uma atitude positiva!
FELIZ ANO NOVO



sábado, 31 de dezembro de 2011

Helen Frankenthaler-December 12, 1928 – December 27, 2011






"There are no rules. That is how art is born, how breakthroughs happen. Go against the rules or ignore the rules. That is what invention is about."
- Helen Frankenthaler


Helen Frankenthaler
December 12, 1928 – December 27, 2011

domingo, 27 de fevereiro de 2011

AMIGOS

Escolho os meus amigos não pela pele ou outro arquetipo qualquer, mas pela pupila. Têm que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero o meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim. Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho os meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também a sua maior alegria. Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto. Os meus amigos são todos assim: metade "tolice", metade seriedade. Não quero risos previsíveis nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade a sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois vendo-os loucos e santos, tolos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.
Oscar Wilde

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Afonso Cruz

António Carlos Cortez

RESPOSTA A DRUMMOND




É sempre no meu sempre aquele nunca

é sempre nesse nunca aquele agora

é sempre nesse agora aquele nada



No mesmo nada encontro sempre tudo

mesmo se o mundo é nada sempre assim

mesmo se assim tudo me desperta



e eu me desperto a adormecer no fim

de cada dia de trabalho errado

em cada hora de um amor mal feito



e digo mesmo se este mundo vale

a expectativa de querer ser sempre

aquela esp’rança onde o bem e o mal



se aliam sempre para quem conserva

o sonho ou a fúria de não estar sonhando

Mas novamente dói a dor no peito



e dói no corpo o que nos vai passando

mágoas ou risos ou o grito dado

e logo atirado para um vale escuro



onde não oiçamos a revolta infinda

de vivermos os dias nesta escura selva

a que nem Dante chamou talvez de vida



a que chamamos coisa e porém amamos

Sempre este querer de violência tanta

e esta crença de que o canto estale



e o dia venha porque nós lutamos

para além das forças que supomos nossas

para além dos sonhos que já não esperamos



para além do verso e do corpo gasto

Sempre este homem que se vai cansando

sempre estes ossos em que equilibramos



esta carne frágil este dia vasto

esta vida feita no que é morte nela

este amor sujeito ao que é sempre efémero



este ódio ao mundo que é amor eterno



[in Depois de Dezembro, Licorne, 2010]

Conta-me uma história...

ANNA BURIGHEL

A lua








                              ilustrações de Anna Burighel

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011